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Resenha de "Cats! The Conspurracy"

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So, you prefer to  read in English ? ;) Cats! The Conspurracy é um RPG francófono irreverente e cheio de estilo, recentemente traduzido para inglês pela Black Book Éditions . Neste universo, os gatos domésticos não são apenas animais de estimação: são agentes secretos de uma conspiração global felina, lutando contra canídeos, aspiradores, humanos desatentos e forças que ameaçam o equilíbrio do mundo. O tom do jogo oscila entre o cómico, o absurdo e o ternurento, com espaço para aventuras emocionantes e até dramáticas, se os jogadores assim o desejarem. Capa de "Cats! The Conspurracy". Estilo vibrante e personalidade felina desde o primeiro olhar. Conceito e Sistema O conceito base é refrescante e apelativo, ideal para jogadores novatos ou para sessões descomprometidas entre veteranos. Jogar como um gato (e não apenas um animal antropomorfizado, mas mesmo um gato, com sentidos, hábitos e percepções felinas) obriga os jogadores a sair da sua perspectiva humana e mergulhar n...

Resenha de "Demon Ninja"

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So, you prefer to read in English ? ;) Desta feita A Máquina do RPG traz-te a resenha de Demon Ninja , o TTRPG de sobrevivência e horror militar passado num  "Japão fictício da era medieval amaldiçoado por uma epidemia de tentáculos parasitas, guerra, demónios e shinobi mortais" . É sempre complicado para mim fazer uma resenha dum RPG com temática inspirada no Japão feudal.  As minhas referências de RPGs sobre samurais são Legend of the Five Rings   e Blood & Honor  (ambos do genial John Wick); ou no caso de ninjas (embora num setting moderno),  Shinobigami (no meu Top 2 dos melhores TTRPGs de todos os tempos). Portanto, uma fasquia elevadíssima. (A própria Máquina do RPG tem em hiato, algures numa gaveta esquecida um rascunho do seu Solorized Ninjæ , que ambiciona vir a ser o derradeiro jogo de furtividade!) Portanto, se por um lado tudo o que envolva ninjas e samurais me apaixone, por outro dá-me um aguçado sentido crítico perante uma estética e v...

Resenha do "Players Guide" de Vampire: The Masquerade

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Parece irónico eu desancar mais uma vez em Vampire: The Masquerade 5e (V5), um jogo que não só adoro como aparentemente adoro odiar. Talvez seja um problema meu, pela exposição injusta a que me submeti com jogos como Vampiro • Sozinho na Escuridão , Cidade Obscura , Dracurouge: Knights of the Everdark ,  Night's Black Agents , Thousand Year Old Vampire ou Undying  (se o(a) leitor(a) estiver interessado(a) em jogar qualquer um deles, é só falar com A Máquina) . São tudo jogos acerca de ou que contêm vampiros e qualquer um deles mais capaz que Vampire: The Masquerade (VtM). Ironicamente, todos juntos não se comparam à popularidade ou apelo deste último. Se tenho alguma crítica a fazer a V5 não é certamente do quanto se desviou do original, mas sim do quanto se poderia ter desviado ainda mais, quer temática, quer mecanicamente. O Mundo das Trevas (e o mundo do RPG) teriam ficado lugares mais interessantes e ricos com um V5 ainda mais audaz e revolucionário do que aquele que fã...